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Tire todas as suas dúvidas sobre residência médica

A residência médica é uma etapa muito aguardada para os novos profissionais, principalmente pelas oportunidades de aprendizado que essa experiência proporciona. Se preparar com dedicação para esse momento permite que você se destaque e alcance melhores resultados na sua carreira, cumprindo de forma plena seu propósito como médico.

Essa etapa é fundamental no curso de Medicina, pois contribui para que o profissional tenha contato com diversas situações e receba orientação de especialistas experientes na sua área de escolha. Assim, a fim de que você tenha plenas condições de assumir uma especialidade com êxito, é essencial aproveitar bem a residência médica. Siga com a gente para tirar todas as dúvidas sobre essa etapa da sua formação!

A residência médica é obrigatória?

A depender dos objetivos estabelecidos pelo profissional, a residência pode ou não ser obrigatória. Ela é dispensada aos que desejam atuar de modo generalista e a sua falta não impede o exercício de suas funções.

Já aos que desejam se tornar especialistas em uma determinada área da saúde, a residência se faz obrigatória, pois permite aos profissionais desenvolver as habilidades necessárias no intuito de ser classificado como um especialista em seu campo de atuação.

Por conta disso, a residência médica pode ser compreendida como uma pós-graduação na medicina, não sendo obrigatória para o exercício de atividades comuns, mas tendo caráter indispensável aos que buscam alto desempenho, melhor remuneração e poder ajudar os pacientes de uma maneira mais específica.

Como funcionam os programas de residência?

O programa de residência médica é uma modalidade de pós-graduação que é desenvolvida em instituições de saúde, normalmente em hospitais universitários. A residência permite que os recém-formados realizem atividades práticas de modo a consolidar e aperfeiçoar seus conhecimentos sob supervisão de algum especialista.

Essa oportunidade permite que os novos médicos acompanhem casos reais, conheçam o cotidiano de sua especialidade e obtenham know-how clínico com o objetivo de atuar com excelência e receber uma remuneração proporcional a isso.

O ingresso nesse programa é realizado por meio de provas teóricas que envolvem vários conhecimentos médicos e são bastante concorridas em todos os estados brasileiros. Por conta disso, muitos profissionais seguem em busca de cursos preparatórios para alavancar sua chance de aprovação.

Qual é a duração de uma residência médica?

A duração também depende da especialidade buscada pelo médico. A maioria das escolhas tem prazo mínimo de 2 anos — no geral totalizando mais de 2880 horas de treinamento ao ano. Nas especializações com alto grau de complexidade, o período de residência pode se estender por até cinco anos, como é o caso da neurocirurgia.

É possível realizar plantões fora da residência?

Durante esse período, o médico residente recebe uma bolsa de R$ 3.300 referentes a 60 horas de trabalho semanal. Como esse contrato se refere à dedicação exclusiva, o CNRM proíbe a prática de plantão de sobreaviso para os médicos que estão cursando a especialização, conforme aponta a resolução nº 4 de 2010.

Apesar de muitos profissionais realizarem plantões durante o período de residência, a prática é ilegal e pode prejudicar bastante o seu desempenho durante as atividades regulares da especialização.

Como é o processo de admissão na residência?

O processo de admissão é composto, em geral, de três etapas: prova objetiva, prova prática e avaliação do currículo. Cada fase tem características específicas, contudo, a prova teórica representa a parte mais desafiadora e importante para determinar a classificação do candidato.

Na primeira etapa são realizados testes de cerca de 100 questões de múltipla escolha e discursivas. No caso de um desempenho mediano ou abaixo da média, o candidato corre o risco de ser eliminado do restante do processo.

Em alguns programas, após a primeira fase concluída, existe uma prova prática com peso de até 40% da nota final. As instituições que cobram esse tipo de prática costumam realizá-la da mesma forma, sendo usadas cinco estações que o candidato deve concluir. Cada uma tem um tempo estipulado e o candidato deve avaliar a situação apresentada e sugerir um diagnóstico e tratamento.

Quanto à última parte, uma banca examinadora especializada vai avaliar e ranquear os candidatos conforme sua experiência e desempenho durante a vida acadêmica. Um último ponto de atenção está relacionado à necessidade de registro no CRM para a realização das provas, sendo esse um pré-requisito ao ingresso nesse tipo de programa.

Como funcionam as provas?

O processo seletivo quase sempre é dividido em duas etapas: provas e arguição curricular. Quanto às provas, as disciplinas cobradas estão relacionadas à especialização pretendida, mas também incluem os seguintes assuntos:

  • clínica médica;
  • cirurgia geral;
  • medicina preventiva;
  • pediatria;
  • ginecologia.

Vale destacar que as disciplinas podem incluir ainda outras áreas de conhecimento médico e têm grande peso para a resolução de casos clínicos na composição da nota final. Assim, investir em uma preparação alinhada com esse tipo de avaliação vai contribuir para o objetivo de alcançar uma nota mais alta na primeira etapa.

Como se preparar para fazê-las?

Uma ótima alternativa a fim de estruturar sua preparação é optar por um curso preparatório com alguma organização comprometida com ensino e que possa contribuir diretamente para alcançar sua aprovação. Para isso, ele funciona como um guia de conteúdos, estratégias e práticas que otimizam o seu tempo e auxiliam todas as etapas.

Nele você vai encontrar informações relevantes a fim de construir uma rotina de estudos, poupando o tempo de pesquisa quanto aos conteúdos cobrados, provas anteriores e assuntos relevantes. Contar com esse tipo de suporte, em um ambiente tão competitivo, pode representar a diferença necessária de nota que você precisa para a classificação.

Além de todas essas vantagens, o preparatório já conta como parte da grade curricular em algumas instituições de medicina, isto é, você se adaptar para a sua residência e ainda conta com essa etapa para a validação de horas ou créditos na graduação.

Dessa forma, durante o processo de escolha do curso, verifique se a instituição oferece, como um algo a mais, um curso preparatório para residência, o que irá ajudar na preparação para a prova. Escolas médicas como as do grupo Ânima, por exemplo, já disponibilizam esse benefício para os seus alunos e contribuem para essa etapa de formação.

Quantas residências é possível fazer?

A resposta para essa questão depende diretamente do tipo de especialidade e de residência que se deseja realizar. Legalmente, o Ministério da Educação e o CNRM proíbem repetir o programa em especialidades já concluídas pelo candidato.

Além disso, só é permitido cursar uma área de atuação específica em cada especialidade. Conforme aponta a Resolução nº 2/2005, não é permitido concluir mais de duas residências diferentes se uma não for um pré-requisito para a outra. Isso indica que, na prática, você pode realizar no máximo duas residências distintas.

Contudo, você deve considerar que o período de residência é usado no aperfeiçoamento dentro de uma área específica de conhecimento, sendo recomendado escolher um único campo de interesse e focar apenas nele.

Vale a pena fazer residência depois de já atuar há algum tempo?

Mesmo aos profissionais que já estão atuando como generalistas há um bom tempo, a residência é uma excelente oportunidade para expandir seus conhecimentos profissionais e valorizar sua remuneração como médico.

Uma grande vantagem para esses profissionais é a possibilidade de constituir uma reserva de recursos suficiente a fim de manter suas despesas durante o período de residência. Já na prova, a necessidade de uma preparação adequada é mais urgente que a dos alunos recém-formados.

Por isso, conte com um curso preparatório para construir uma rotina de estudos, atualizar seus conhecimentos básicos e melhorar sua habilidade de diagnóstico. Isso vai poupar tempo de estudo e adiantar sua especialização.

A residência médica é uma grande oportunidade de desenvolver novas competências e atuar em outras modalidades médicas. Ao entender as questões apresentadas aqui, você já dispõe de todas as condições necessárias para avaliar quais as melhores alternativas para se tornar um médico residente. Esse é um período de dedicação pequeno frente a todo benefício que sua formação pode gerar, não é mesmo?

Gostou do nosso artigo? Então, confira nosso texto sobre pós-graduação para entender quais são suas opções!

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